Voluntários visitam o ARC Gloria no Porto de Leixões

No passado dia 21 de outubro, um grupo de voluntários teve a oportunidade de visitar o ARC Gloria, navio-escola da Armada Nacional da Colômbia, durante a sua passagem pelo Porto de Leixões, em Matosinhos.

O navio chegou a Portugal no âmbito do seu Cruzeiro de Instrução de Cadetes 2026, numa passagem dedicada à formação, à promoção cultural e ao fortalecimento das relações entre a Colômbia e Portugal.

Entre os participantes encontravam-se voluntários que, no passado mês de agosto, viveram uma experiência de Voluntariado Internacional no Quénia. A visita constituiu, assim, mais uma oportunidade para dar continuidade a um caminho de aprendizagem e abertura ao mundo, através do contacto com outras culturas, histórias e formas de viver.

Recebidos a bordo, os voluntários puderam conhecer diferentes espaços do navio, aproximar-se da sua história e compreender melhor o seu papel na formação dos cadetes colombianos. Mais do que uma visita, foi também um momento de encontro e partilha, permitindo descobrir um pouco mais sobre a cultura e a identidade da Colômbia.

Na Fundação Allamano, acreditamos que o voluntariado não se limita ao tempo vivido numa missão. É também um percurso de formação humana que se prolonga no regresso, através de novas experiências, encontros e oportunidades para conhecer outras realidades com curiosidade e abertura.

A Fundação Allamano agradece à Embaixada da Colômbia em Portugal e ao Embaixador Germán Grisales por terem possibilitado este momento. Um agradecimento especial à Ministra Plenipotenciária Elba Lucía Pacheco Aldana, pelo acompanhamento próximo e pela disponibilidade que tornou possível esta experiência.

Agradecemos igualmente ao Comando e à tripulação do ARC Gloria pelo acolhimento e pela forma generosa como abriram as portas do navio aos voluntários, partilhando um pouco da sua história e da cultura colombiana.

Continuamos a acreditar que o voluntariado também se constrói assim: através do encontro, da descoberta de outras culturas e da criação de pontes entre pessoas e lugares.

Texto: Carlos Andres Erazo Giraldo

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